"Auto Da Fama" (1998) / Peças

de Gil Vicente

    Estreia: 09/10/1998
    Encenação/Dramaturgia: Gil Salgueiro Nave
    Interpretação: António Abernú, Vítor Correia, Rogério Bruno, Marco Ferreira, Lélia Guerreiro, Luís Santiago, Alexandre Barata, Eva Paula, Ana Lídia. 
    Cenografia: Luís Mouro
    Figurinos: Luís Mouro
    Direcção Musical: Alexandre Barata
    Assistência de Encenação: Alexandre Barata
    Desenho de Luz/ Regie Geral: Rui Gonçalves
    Construção de Cenários: Duarte & Gouveia, Lda.
    Montagem/Maquinaria: Tó Fonseca, Bruno Gouveia
    Costureiras: Fátima Rato, Rosa Fazendeiro
    Operação Luz e Som: Rui Gonçalves, Bruno Gouveia
    Cartaz: Luís Mouro Fotografia: Paulo Nuno Silva
    Produção: Alexandre Barata
A data desta peça é desconhecida. Braamcamp Freire propõe 1515 e I.S. Révah 1520 (Braamcamp, pág. 110, Révah, pág. 1116). A Copilação classifica-a entre as farsas, mas, na realidade, é uma alegoria do género muito peculiar, A “Fama Portuguesa” é nela apresentada em figura duma “mocinha da Beira”, guardadora de patas. É cortejada por um Francês, um Italiano e um Castelhano. Cada um desses pretendentes fala na sua língua ou imitação dela. Repele-os aos três, celebrando os méritos que Portugal ganhou em relação a todas as outras nações pela cruzada contra o Islão. A terminar, a Fé e a Fortaleza coroam-na de louros e instalam-na num carro triunfal. in “ Gil Vicente – o autor e a obra de Paul Teyssier” ... Porque a nossa época e a dos nossos filhos é o tempo das lutas entre o antigo e o novo. E estas lutas fazem estragos no mais recôndito de cada homem. Gedichte Aus Dem Messingkauf

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