• "A Bela Verdade"

    Goldoni escreve, em 1762, ”A Bela Verdade”, uma das obras mais originais e a mais autobiográfica, onde o autor é representado pelo personagem Lorano Glodoci, precisamente no papel de escritor de peças. No argumento, uma companhia ensaia o drama jocoso "As Bodas". Actores e empresário solicitam a Glodoci, o autor, para que escreva um novo argumento capaz de interessar e motivar o público. O autor aceita por fim e não sem dificuldade, compor uma nova obra; “uma obra em gestação”. A partir de então, actores e empresário todos lhe apresentam exigências. O drama é, desta forma, um quadro de costumes sobre o mundo do teatro, dos artistas, do palco e simultaneamente, uma reflexão sobre o entendimento e a forma que Goldoni encontra para expor o seu conceito da “verdade” teatral.

  • "Cá estou eu nas nuvens"

    “Cá estou eu nas nuvens” parte do poema "A menina gotinha de água", de Papiniano Carlos. Através da sua realização cénica, pretendemos sensibilizar os mais novos para a defesa da sustentabilidade do planeta, relevando a importância das questões ambientais, como forma de preservar e partilhar a vida num mundo mais justo onde todos possamos habitar promovendo a felicidade humana.

  • "Do princípio ao fim"

    “Do princípio ao fim” comporta uma identidade sustentada na história das artes de palco e propõe ao mesmo tempo uma leitura contemporânea e atualizada de uma dramaturgia que se inspira num teatro eminentemente social, de humor desconcertante, às vezes trágico e grotesco, estimulando o sentido crítico, insinuando uma mistura de desencanto e simultaneamente de esperança e expectativa na humanidade, capaz de impulsionar o homem a resistir às adversidades e continuar lutando pelos valores de dignidade que são lhe devidos.

  • "Entremezes"

    Aquando da nossa indepência em 1640, com a redefinição das nossas fronteiras, a pesca no rio Minho gerou questiúnculas entre galegos e portugueses. Isso deu tema e conteúdo ao “Entremés Famoso sobre da pesca do Rio Minho”, primeiro texto da literatura dramática galega. Nessa peça, o português era um fidalgote egoísta fanfarrão e arrogante que era combatido com sucesso pelos labregos paroquianos de Tuy. Este nosso “Entremezes” é como uma resposta jocosa, a olhar com ternura e simpatia para os descendentes desses galegos separados de nós pela mesma língua. Fomos separados por fronteiras políticas. Não culturais nem geográficas.

  • "O Inventório"

    Um espetáculo de teatro para todos os que gostam de procrastinar... com muita imaginação.

  • "Um Mundo Mágico..."

    A Vida Mágica da Sementinha, de Alves Redol, que o Teatro das Beiras leva à cena, é uma fábula para fazer sonhar crianças e adultos. Numa linguagem simples, de registo poético, o autor constrói uma história em louvor da terra e do trigo, que o mesmo é dizer da Vida

  • "Una Donna Sola"

    Numa sala muito cor-de-rosa, de uma casa muito escura, uma solitária mulher executa a rotineira tarefa “muito feminina” de passar a roupa a ferro. Ela passa, passa, passa… Subitamente, dá conta que no prédio defronte, num apartamento até então desabitado, se instalou uma nova inquilina. Tudo muda: deixa de estar só!

Destaques

O INVENTÓRIO na GUARDA

18.JANEIRO | 16H - TEATRO MUNICIPAL DA GUARDA