• "A Força do Hábito"

    Se “A Força do Hábito” fosse um quadro de Magritte, teria inscrita a frase: “Isto não é um retrato de artistas”. Artistas relutantes, diga-se. Exilados, ambulantes – o público no escuro é reconhecido pelo faro apurado de Garibaldi: em cada cidade, um cheiro diferente. Os artistas odeiam-se entre si, não se entendem, embora precisem uns dos outros, e por isso mesmo. Para tocar em conjunto, para continuarem vivos. Continuando a ensaiar o “Quinteto da Truta”.
    Uma homenagem que Thomas Bernhard presta à gente do Teatro, do Circo e da Música, com verrina e ternura. Criaturas (in)vulgares em versão de câmara.

  • "Já passaram quantos anos desde a última vez que falámos"

    "Já passaram quantos anos desde a última vez que falámos, perguntou ele", um texto que escrevi em 2011 para um espectáculo estreado no TEP – Teatro Experimental do Porto, é uma peça que gostava muito que fosse sobre a minha geração e sobre aquilo que nos tem acontecido. É sobre os nossos amores, casamentos, divórcios, as mudanças de casa, as partidas. Sobre o passar dos anos, sobre o entrar na vida adulta, sobre abandonar sonhos, sobre arranjar trabalho, sobre trabalhar, sobre andar apaixonado. Gostava que este texto fosse uma coisa sobre a vida em Portugal nas últimas décadas – mais ano menos ano. Um texto sobre amigos que vêem os amigos a crescer e a mudar. Um texto sobre a vida que fui vivendo, sobre a que me foram contando e sobre a que fui vendo. Em casa, no trabalho, nas ruas, nas manifestações, nos livros e nos jornais. Passaram, entretanto, dez anos. E este é agora um texto para hoje. Para o que ainda nos vai acontecendo. E tem acontecido tanta coisa.

  • "Pequeno retábulo de Garcia Lorca"

    Criação original a partir da obra de Federico Garcia Lorca, poeta, dramaturgo, artista plástico, músico e guionista. Personalidade incontornável, foi protagonista nos movimentos artísticos mais destacados nos inícios do século XX. Poesia, música e teatro, são neste espectáculo os elementos que vos propomos para despertar a memória histórica em torno da biografia de um grande autor universalmente consagrado.

  • "Quem se chama José Saramago"

    Quem se chama José Saramago é uma meditação sobre o erro, uma visão sossegada do universo do escritor português em que se confrontam as diferentes fases da sua vida com os livros que as prepararam ou que foram sua consequência; uma vida e uma obra que acabaram por merecer-se; um labirinto em cujo centro reside a ascensão humana contínua de um homem que viveu desassossegado e escreveu para desassossegar.

Destaques

TEATRO DA TERRA apresenta "A ÚLTIMA REFEIÇÃO", de António Cabrita

18.DEZEMBRO - 21H30 | AUDITÓRIO TEATRO DAS BEIRAS

FESTIVAL DE TEATRO DA COVILHÃ 2021 - TEATRO DAS BEIRAS APRESENTA "A FORÇA DO HÁBITO"

7 DEZEMBRO, ÀS 21H30, NO AUDITÓRIO DO TEATRO DAS BEIRAS