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Festival de Teatro

1325
Peripécia Teatro

1325


Ángel Fragua, Noelia Domínguez e Sérgio Agostinho
Auditório do Teatro das Beiras
01 de novembro 2014
21H45

Em 1325, três Avós vivem num espaço habitado por roupa e memórias: Roupas penduradas, memórias guardadas, roupas em fardos, memórias a monte, roupas coloridas, trágicas memórias.
São as Avós quem nos guiam pelo universo da Mulher e sua relação com a Paz, numa narrativa formada por vários quadros que se centram no activismo de uma mulher ou conjunto de mulheres. 
Cada quadro aflora com uma forma narrativa própria, a partir daquilo que é sugerido pelas ações e sensibilidades geralmente associadas ao universo feminino. A partir de atividades domésticas, canções de embalar e jogos de criança, emergem personagens como Rosa Parks, Aung San Suu Kyi, Aminetu Haidar, Wangari Maathai ou Graça Machel.
O tom narrativo de 1325 está intrinsecamente associado à ternura e ao humor, procurando intensificar o espírito de positivismo que dá força a estas mulheres que, por todo o mundo, vão tecendo, com paciência, um vestido branco do tamanho da Terra. 

Criação* e interpretação: Ángel Fragua, Noelia Domínguez e Sérgio Agostinho, *Livremente inspirada em 1325 Mujeres Tejiendo la Paz, obra colectiva dirigida por Manuela Mesa Peinado, editada pela Fundación Cultura de Paz, Madrid.
Iluminação: Paulo Neto  
Máscaras, Design-gráfico: Zétavares
Operação de Luz: Paulo Alves
Arranjos Musicais e interpretação: Plácido Carvalho y Luís Filipe Santos
Som (captação e Edição): Paulo Almeida
Adereços e figurinos: Sara Casal
Cocriação, Dramaturgia e Direção: José Carlos Garcia
Peripécia Teatro
Teatro | 75 min | Para maiores de 12 anos
Farsapermusica
Teatro das Beiras

Farsas per música


Carlo Goldoni
Colmeal da Torre
01 de novembro 2014
21H30

“Farsas per musica” é uma proposta de espetáculo sustentado no perfil de um teatro itinerante de “estrado” e ar livre, numa citação contemporânea do teatro barroco marcado por uma destacada intervenção musical inspirada na tradição do teatro musical burlesco.

Espetáculo construído numa abordagem do teatro no teatro onde os atores de hoje se revêem numa prática artística que é ao mesmo tempo um exercício de representação citando os seus antepassados companheiros de ofício. 

Este espectáculo é organizado a partir das farsas:  Il Matrimónio Discorde e La Cantarina . Amores, ciúmes, seduções, dinheiro e fingimentos, são ingredientes de um teatro que está prestes a deixar cair as máscaras tipo da comédia del’arte para dar lugar a personagens com traços de caráter realista e rosto humano, anunciadores de mudanças sociais que chegariam com a Revolução Francesa. A aristocracia em decadência e a burguesia em ascensão disputando no palco os seus privilégios materiais e éticas morais num tom burlesco e poético capaz de provocar o olhar curioso e complacente do espetador do nosso tempo.   

Autor: Carlo Goldoni

Tradução: Luís Nogueira

Encenação: Gil Salgueiro Nave

Cenografia e figurinos: Luís Mouro

Música: Helder F. Gonçalves

Desenho de luz: Jay Collin

Interpretação: Adriana Pais, Marco Ferreira, Pedro Damião, Silvano Magalhães e Sónia Botelho

Teatro | 70 min | Para maiores de 12 anos
Amaiorflor
Teatro Art'Imagem

A Maior Flor e Outras Histórias Segundo José


José Saramago
Auditório do Teatro das Beiras
03 de novembro 2014
11H00

“Inspirado na obra de José Saramago e tendo como base de trabalho dramatúrgico o seu livro para crianças " A Maior Flor do Mundo", o Teatro Art´Imagem apresenta uma peça de teatro para ser vista por adultos e crianças em conjunto. Uma boa oportunidade para homenagear e divulgar o autor e a sua obra, na esteira do Teatro Art´´Imagem cujo lema tem sido apresentar os grandes autores e textos da literatura universal, transformando-os em teatro.
 
"Havia uma aldeia e um menino (ou uma menina?).
 Havia também os avós com quem a menina (menino?) vivia, mais os vizinhos.
 Um dia sai o menino (menina?) pelos fundos do quintal e toca a andar, toca a andar.
 Caminhou, caminhou, correu, correu, parou, parou...
 Até que chegou ao limite das terras até onde se aventurara sozinha (sozinho?).
 - Vou ou não vou?
 Foi!
 À descoberta de si, à descoberta do mundo.
 Deu a volta ao continente muitas vezes sem sair do seu lugar. Viu coisas  nunca vistas e recordou outras vividas. Encontrou pelo caminho homens e mulheres construindo um convento a mando do rei, uma cidade de cegos onde um cão enxuga as lágrimas duma mulher caída no chão e uma menina num balouço que subia alto até ao céu. Passou de menino a rapaz, depois foi homem. Recordou a sua infância, as brincadeiras, a ajuda nos trabalhos do campo, a gentes e animais da aldeia,  as novas descobertas, os primeiros amores.
 Foi à pesca do barbo no grande rio Tejo, ouviu as histórias dos seus avós dormindo debaixo da oliveira da casa da sua infância, saltou e correu molhando os pés nos charcos e poças...”

Dramaturgia e encenação:  José Leitão

Interpretação: Daniela Pêgo e Flávio Hamilton

Música: Alfredo Teixeira

Espaço cénico: Fátima Maio, José Leitão e José Lopes

Pinturas: Agostinho Santos

Figurinos e adereços: Fátima Maio

Apoio ao movimento: Renato Vieira e Ana Lígia

Técnica de som e luz: Sandra Sousa

Fotografia: Leonel Ranção

Produção: Sofia Leal

Direcção técnica Pedro Carvalho

Teatro Art'Imagem
Teatro | 60 min | Para maiores de 6 anos
Depoisdedarwin
Teatro Extremo

Depois de Darwin


Timberlake Wertenbaker
Auditório do Teatro das Beiras
04 de novembro 2014
10H00

No ano em que celebra 20 anos, o Teatro Extremo apresenta “Depois de Darwin”, um novo espetáculo do ciclo EmCena a Ciência que se segue a “Einstein” e “Maria Curie” e que promove a relação entre a arte e a ciência, desta vez numa abordagem à vida e obra de Charles Darwin.
 
Em “Depois de Darwin”, uma companhia de teatro encontra-se a ensaiar um espetáculo onde é retratada a relação entre Charles Darwin e o capitão Robert FitzRoy, homem de espírito religioso e colérico, pouco atraído pelas descobertas científicas que Darwin realizou ao longo de cinco anos na viagem de circum-navegação que ambos partilharam no navio Beagle e que fundamentaram a sua Teoria da Evolução, servindo de base para o famoso livro Origem das Espécies.

Encenação:  Ana Nave

Tradução :José Henrique Neto

Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes e Rui Cerveira

Concepção Plástica: Rui Silvares

Desenho de luz: Celestino Verdades

Sonoplastia: Sandro Esperança

Vídeo: Paula Rosa

Teatro Extremo
Teatro | 110 min | Para maiores de 12 anos
Fazdeconta
Trigo Limpo/Teatro ACERT

Faz de Conta


Auditório do Teatro das Beiras
05 de novembro 2014
11H00

De várias histórias é feito o “faz de conta”.
 
Um espetáculo de bichos pequenos, pensado para gente pequena, que vai ser grande, e para grandes que pequenos já foram.
No faz de conta, vou fazer de conta, e há bichos que, embora não saibam, também fazem de conta…
A joaninha voa voa mas raramente vai para Lisboa. A pulga viaja por vários países e decide assentar arraiais em Portugal. O cão que faz o pino e é um grande dançarino. A centopeia que tem um grave problema. E também um escaravelho que não gosta que o chamem assim…  um bicho de seda que provoca uma grande confusão. E até uma traça que é vaidosa e escreve com erros… um grilo que é escrivão e, no final, uma grande manifestação!
Esta é uma criação do Trigo Limpo teatro ACERT para apresentar no âmbito do Serviço Educativo. No seguimento do anterior, “P de Poesia”, este espetáculo respira sem necessitar de recursos que o confinem ao palco. Poderá ser apresentado em locais não convencionais, como bibliotecas, salas de aula, etc…É direcionado para os alunos dos jardim-de-infância, primeiro e segundo ciclos, dando continuidade à valorização da língua portuguesa.
De histórias escritas pela mão de encantadores autores do imaginário infantil, ai está mais uma criação que esperamos encha de contentamento todos, principalmente os mais pequenos

A partir de: “Bichos-Faz-de-Conta” de Maria da Conceição Sousa Vicente; “Uma Perfeição de Cão” de Maria Cândida Mendonça; “Histórias Pequenas de Bichos Pequenos” de Álvaro Magalhães.
Dramaturgia, encenação e representação– Raquel Costa

Apoio à encenação: Pompeu José

Desenhos e design gráfico: Zé Tavares

Figurinos: Raquel Costa

Cenografia: Raquel Costa e Pompeu José

Desenho de Luz: Luís Viegas

Produção: Marta Costa

Trigo Limpo/Teatro Acert
Teatro | 45 min | Para maiores de 4 anos
Olhardenovo
BAAL 17

Olhar de Novo


Auditório do Teatro das Beiras
06 de novembro 2014
10H00

Na vida, como no Facebook, os gostos não se discutem. Mas no teatro tudo é discutível. Mais ainda no Teatro Fórum, em que tudo é de facto discutido.
Usando como pretexto a história de três amigas cuja relação se deteriora perante o olhar da plateia, o fenómeno (tão na ordem do dia) Bullying será analisado, discutido, dissecado, virado do avesso. Porque o teatro, ao contrário da vida, permite voltar atrás, fazer outras escolhas, mudar o passado, transformar o futuro.
 
Olhar de Novo, propõe que cada espectador tome nas suas mãos a responsabilidade de alterar os comportamentos da protagonista, experimentando assim outras formas de atuação, que conduzam a história a um desfecho diferente, mais risonho, positivo, livre do medo do Bullying.

Encenação: Filipe Seixas

Interpretação: Catarina Inácio, Helena Ávila e Susana Nunes

Facilitador: Filipe Seixas 

Vídeo: Pedro Frazão

Fotos: José Ferrolho

Operação técnica: Paulo Troncão

Gestão: Rui Ramos

Direção de Produção: Sandra Serra 

BAAL 17
Teatro | 60 min | Para maiores de 12 anos
Radiocabaret
Teatro das Beiras

Radio Cabaret


Karl Valentin
Auditório do Teatro das Beiras
07 de novembro 2014
21H45

Rádio Cabaret  é um espetáculo construído a partir  dos textos do comediógrafo alemão Karl Valentin. Num ambiente social de um bairro popular é emitido a partir de um pequeno auditório, (o auditório da  Emissora de Rádio do Bairro), um programa de variedades onde desfilam  personagens-tipo,  criados pelo imaginário daquele que foi um dos autores que no seu exercício de criação teatral,  mais influenciou e determinou o chamado teatro de variedades europeu.  Através de paródias, jogos de palavras, trava-línguas, enredos linguísticos, a construção deste espetáculo  é estruturada tendo como ponto de partida alguns dos elementos  mais representativos  da sua obra; monólogos, diálogos, cenas, peças e canções,  que são o universo da criação artística e  teatral  de Karl Valentin,  organizadas numa linha estética que supõem  poder interessar e agradar ao público contemporâneo português. O carácter  clownesco e  multidisciplinar inspirado em situações do real confluem para um universo ficcional onde ao real-programático se opõe o absurdo e o irreal-fantástico.   Propagado e difundido pela produção artística no século XX no espaço europeu e de origem remota e distante no tempo (antiguidade clássica e idade média), o chamado teatro de variedades,  que em Portugal era designado por Teatro de Revista,  foi sempre um território de expressão artística onde a  crítica e o sentido cómico,  às vezes trágico,  era consubstanciado em torno das questões sociais.   As obras de  Karl Valentin, como  Charlie Chaplin ou Buster Keaton  cujas características  são exemplo de comunicação estética e artística,  influenciaram a criação teatral do último século. Muita da criação teatral contemporânea  está marcada por esta  influência,  visível no teatro do absurdo (Ionesco, Samuel Beckett , Adamov), surgido no rescaldo da Segunda Guerra Mundial, cuja  atmosfera  é marcada por um ambiente de devastação, isolamento  e falta de comunicação na sociedade contemporânea, mostrada artisticamente  por meio de alguns traços estilísticos e temas que divergem decididamente do teatro de carácter  realista.

Encenação: Gil Salgueiro Nave

Cenografia e figurinos: Luís Mouro

Desenho de Luz: Jay Collin

Interpretação: Adriana Pais, Marco Ferreira, Pedro Damião e Sónia Botelho

Teatro das Beiras
Teatro | 80 min | Para maiores de 12 anos
Aesperaquevolte
Teatro do Montemuro

À Espera Que Volte


Madalena Vitorino e Paulo Duarte
Salão Paroquial da Boidobra
07 de novembro 2014
10H30

O homem forte e bom que vem ao nosso encontro, é Piotor. Piotor não é português. Caíu de um avião de carga numa noite de temporal, numa serra árida onde depois de muito andar no escuro, encontra um cão. Esse cão é pastor e leva-o para junto do seu rebanho. O rebanho leva-o para a aldeia. Na aldeia há um teatro e o vazio que Piotor sentia, preencheu-se. 
Piotor trouxe consigo uma história sobre a água...sobre uma gota de água que ao cair do céu da Rússia, transforma as crianças que a querem ouvir, em pequenos russos que em vez de mãos, têm o poder de trazer a chuva e o dilúvio para dentro de casa. 
Quando a história termina, as crianças só esperam que a gota de água volte a cair para refrescar os seus dedos...

Encenação: Madalena Vitorino 

Assistente de Encenação: Abel Duarte 

Cenografia e Figurinos: Sandra Neves 

Costureiras: Capuchinhas CRL e Maria do Carmo Félix 

Direção Musical e Banda Sonora: Fernando Mota  

Cenários e Adereços: Carlos Cal e Maria da Conceição Almeida 

Interpretação: Piotor (Paulo Duarte) a sua Sombra (Maria da Conceição Almeida) e sete pequenos músicos russos

Direcção de Produção e Comunicação: Paula Teixeira 

Cartaz: Sandra Neves  

Vídeo e Fotografia: Lionel Balteiro

Teatro do Montemuro
Teatro | 40 min | Para maiores de 6 anos
Reportorioosorio
D'Orfeu Associação Cultural

Reportório Osório


Auditório do Teatro das Beiras
08 de novembro 2014
21H30

“Reportório Osório” é uma colecção de canções, aliando a escrita sagaz de Luís Fernandes à magistral música de Luís Cardoso. Um desfiar de histórias pessoais no masculino, quase sempre íntimas, do dilema ao dilúvio em poucas estrofes. O quotidiano das relações afectivas transformado em canções irónicas (para não lhes chamar heróicas), em que a teatralidade da interpretação só reforça o perfil de cada personagem. O resto são... canções, as mais belas canções de umor.

Voz e Interpretação: Luís Fernandes 

Acordeão: Sónia Sobral 

Músicas: Luís Cardoso 

Letras: Luís Miguel Fernandes 

Direcção técnica: Rui Oliveira

Imagem: Léa López 

D'orfeu
Teatro | 60 min | Para maiores de 12 anos
Lavoisier

Lavoisier


Auditório do Teatro das Beiras
07 de novembro 2014
23H30

"Na natureza nada se perde, nada se cria tudo se transforma..." Antoine Lavoisier

Lavoisier é formado por Roberto Afonso e Patrícia Relvas, que nasce com a necessidade interior de criar um diálogo, onde a expressão musical é elevada ao seu expoente mais sensível. Começaram em 2011 a sua jornada rumo a uma maior perceção da essência musical. Nessa viagem visitaram várias ideias, pessoas e músicas, e a atenção que umas suscitavam em relação a outras, moldam e formam o projeto Lavoisier. O facto de terem vivido em Berlim entre 2009 e 2013, fez com que conseguissem ver de fora o que nunca viram de dentro percebendo então que o caminho do projeto passaria mais pela música cantada em português. Com um inevitável saudosismo aprenderam a valorizar a música popular portuguesa, como diria Fernando Lopes Graça: "A música popular portuguesa é bela, difícil é reconhecê-lo...".

O nome Lavoisier foi escolhido pela dualidade liberdade/responsabilidade inerente à sua célebre frase.

Roberto Afonso e Patrícia Relvas

Música | 60 min | Para todos os públicos